quinta-feira, 2 de abril de 2026

O Poema da Alma - Prelúdio

 por Luís Rodrigues

O Poema da Alma, um percurso iniciático, trata de um poema que tenta sondar os domínios dessa dimensão etérea, a alma, pensada aqui como um elemento primordial que integra cada pessoa, em íntima relação com a respetiva parte física, e que cremos ser muito vantajoso conhecer melhor.

Um poema extenso que se divide em dez partes, ou capítulos, a partir daqui, com publicação sucessiva de cada um deles. O poema tem um prelúdio que diz assim:

PRELÚDIO

ALMA, entidade ao mesmo tempo individual e coletiva, eterna. O que antes de ser já era.

Cada pessoa (persona) tem uma alma que, por conveniência, vamos chamar de “supraconsciência”. Sobrevive à morte física. Forma-se entre consciência e espírito, ou espíritos (que evolutivamente tende a revelar e consolidar um Espírito Santo).

A Supraconsciência - mente, consciência, espírito – afinal, dimensão do que é cada pessoa.

É esta entidade que encarna e reencarna. Na reencarnação, a roda das vidas, o sofrimento e a iluminação (ou a lição que diz ser possível eliminar o sofrimento).

Cada indivíduo tem uma CONSCIÊNCIA própria que lhe dá um sentido existencial, terreno, mas não só, porque no universo tudo está interligado com tudo. O que cada um é, o que somos todos juntos.

A consciência que se forma a partir da mente, dos pensamentos. A MENTE, que mente e desmente, desalmada-mente. Uma preciosidade humana, uma conquista.

 A mente que é individual, mas que tão pouco está desligada das outras mentes.

O medo? É que nem vale a pena ter medo… mas existe. Os bois pretos com cornos em pontas. A bravura da natureza. A tempestade que não existe separada da bonança.

Enquanto vos escrevemos, vamos dizer dos três livros que nos acompanharam durante este período, pela ordem que os fomos lendo:

- Dr. Manuel Sans Segarra, A SUPRACONSCIÊNCIA EXISTE, Vida depois da vida;

- Luís Portela, SER ESPIRITUAL, Da Evidência à Ciência;

- William Walker Atkinson, A VIDA depois da MORTE, O que acontece quando morremos?


Sem comentários: