por Luís Rodrigues
O Poema da Alma, um percurso iniciático, trata de um poema que tenta sondar os domínios dessa dimensão etérea, a alma, pensada aqui como um elemento primordial que integra cada pessoa, em íntima relação com a respetiva parte física, e que cremos ser muito vantajoso conhecer melhor.
Um poema extenso que se divide em dez partes, ou capítulos, a partir daqui, com publicação sucessiva de cada um deles. O poema tem um prelúdio que diz assim:
PRELÚDIO
ALMA, entidade ao mesmo tempo individual e coletiva, eterna. O que antes de ser
já era.
Cada pessoa (persona) tem uma alma que, por conveniência,
vamos chamar de “supraconsciência”. Sobrevive à morte física. Forma-se entre
consciência e espírito, ou espíritos (que evolutivamente tende a revelar e consolidar um Espírito
Santo).
A Supraconsciência - mente, consciência, espírito – afinal, dimensão do que é cada pessoa.
É esta entidade que encarna e reencarna. Na reencarnação, a
roda das vidas, o sofrimento e a iluminação (ou a lição que diz ser possível
eliminar o sofrimento).
Cada indivíduo tem uma CONSCIÊNCIA própria que lhe dá um
sentido existencial, terreno, mas não só, porque no universo tudo está
interligado com tudo. O que cada um é, o que somos todos juntos.
A consciência que se forma a partir da mente, dos
pensamentos. A MENTE, que mente e desmente, desalmada-mente. Uma preciosidade
humana, uma conquista.
A mente que é
individual, mas que tão pouco está desligada das outras mentes.
O medo? É que nem vale a pena ter medo… mas existe. Os bois
pretos com cornos em pontas. A bravura da natureza. A tempestade que não existe
separada da bonança.
Enquanto vos escrevemos, vamos dizer dos três livros que nos acompanharam
durante este período, pela ordem que os fomos lendo:
- Dr. Manuel Sans Segarra, A SUPRACONSCIÊNCIA EXISTE, Vida
depois da vida;
- Luís Portela, SER ESPIRITUAL, Da Evidência à Ciência;
- William Walker Atkinson, A VIDA depois da MORTE, O que
acontece quando morremos?
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