A ideia por detrás do projeto "bookcrossing" está ligada ao movimento internacional de BookCrossing, cujo mote é: "Se ama os livros, deixe-os em liberdade."
Trata-se de um movimento a nível mundial que encoraja as pessoas a distribuir, dividir e a partilhar livros. A ideia é simples: basta deixar um livro em qualquer local público onde seja fácil de encontrar, ou então levar um que alguém tenha deixado. Para entrar neste projecto, basta ir ao website, registar o livro, e anotar um determinado código e, finalmente, deixá-lo num avião, no metro, num parque ou num tronco de árvore, como acontece na cidade de Berlim. No fundo, a ideia é estabelecer uma cadeia que permita acalentar o sonho de transformar o mundo numa gigantesca biblioteca.
O pai do projeto, Ron Horn-baker, quer que o mundo se torne numa livraria gigante e livre; segundo o website www.bookcrossing.com, quase 900 mil pessoas estão envolvidas neste "leva e traz", num total de quase sete milhões de livros em 132 países, sendo que nos primeiros lugares aparecem os Estados Unidos e a Alemanha e, em nono lugar, Portugal.
Na sua opinião que medidas poderiam ampliar o hábito de leitura em língua portuguesa?
Margarida Castro
in, dialogos_lusofonos@yahoogrupos.com.br
Fontes consultadas;
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1700070
http://www.bookcrossing-portugal.com/bookcrossing.htm
http://www.blogacesso.com.br/?p=2409
Uma Revista que se pretende livre, tendo até a liberdade de o não ser. Livre na divisa, imprevisível na senha. Este "Estudo Geral", também virado à participação local, lembra a fundação do "Estudo Geral" em Portugal, lá longe no ido século XIII, por D. Dinis, "o plantador das naus a haver", como lhe chama Fernando Pessoa em "Mensagem". Coordenação de Edição: Luís Santos.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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