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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Presidenciais 2016


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Paulo Borges é professor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Presidente da União Budista Portuguesa, da Associação Agostinho da Silva e vice-presidente da Casa da Cultura do Tibete. Co-director da Revista Nova Águia e presidente do Movimento Internacional Lusófono. Presidiu à Comissão das Comemorações do Centenário do Nascimento de Agostinho da Silva. Membro da Comissão Organizadora das visitas de S.S. o Dalai-Lama a Portugal em 2001 e 2007. Tradutor-intérprete dos seus ensinamentos na última visita e de vários livros budistas. Sócio-fundador e membro da Direcção do Instituto de Filosofia Luso- Brasileira. Membro correspondente da Academia Brasileira de Filosofia. Membro Fundador da APERel - Associação Portuguesa para o Estudo das Religiões. Membro do Conselho de Direcção da Revista Lusófona de Ciência das Religiões. Director da colecção Ecúmena, na Zéfiro. Autor de centenas de artigos publicados em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha e Brasil, além das seguintes obras: Poesia - Trespasse (1985), Capital (1988), Ronda da Folia Adamantina (1992); Ensaio filosófico - A Plenificação da História em Padre António Vieira. Estudo sobre a ideia de Quinto Império na "Defesa perante o Tribunal do Santo Ofício" (1995), Do Finistérreo Pensar (2001), Pensamento Atlântico (2002), O Budismo e a Natureza da Mente (com Matthieu Ricard e Carlos João Correia, 2005), Agostinho da Silva. Uma Antologia (2006), Tempos de Ser Deus. A espiritualidade ecuménica de Agostinho da Silva (2006), O Buda e o Budismo no Ocidente e na Cultura Portuguesa (organizador, com Duarte Braga, 2007), "O Budismo, uma proximidade do Oriente: ecos, sintonias e permeabilidades no pensamento português", Revista Lusófona de Ciência das Religiões, Ano VI, nº 11 (2007) (organizador, com Duarte Braga), Princípio e Manifestação. Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes (2008), O Drama de Deus. Homogeneidade, Diferenciação e Reintegração em Sampaio Bruno (no prelo); Ficção - Línguas de Fogo. Paixão, Morte e Iluminação de Agostinho da Silva (2006); Teatro - Folia. Mistério de uma Noite de Pentecostes (2007).
Foi Presidente do partido de inspiração ambientalista,  Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e por ele cabeça de lista por Lisboa às últimas eleições legislativas.


fontes várias: 

in Diálogos Lusófonos
( dialogoslusofonos@yahoogrupos.com.br )

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Presidenciais 2016


"Candidato-me a presidente da República porque é a Hora de assumir que desde sempre e cada vez mais existe Outro Portugal, que irrompe por entre as brechas do asfalto do Portugal institucional, como rebentos de ervas primaveris. Esse é o Portugal real e profundo, o Portugal da natureza, das pessoas e de todos os seres vivos, o Portugal das nossas vidas e dos nossos sonhos, o Portugal das alegrias simples e boas de viver, contemplar, criar e amar, o Portugal da dádiva e da partilha desinteressadas, o Portugal das amizades e dos afectos, o Portugal do haver tempo para tudo e da suprema vocação de “poeta à solta” de que falava Agostinho da Silva"

Paulo Borges, Declaração de Candidatura à Presidência da República Portuguesa

A candidatura-movimento Outro Portugal Existe defende trocarmos o mito destruidor do crescimento económico ilimitado pela realidade da vida boa sem pressas e com tempo para contemplar, criar e amar. Outro estilo de vida é preciso e esse é o desafio de uma política da consciência e do coração, da cultura e da civilização.