……………………………………fala-me sobre a aspiração.
Se usares a mente, a tua aspiração é seres aquilo que já conheces, um estado ilusório, que te faz caminhar usando os teus sentidos, à procura dum estado material, numa via linear, que sacie as tuas necessidades aparentes. Esse é o sentido de aspiração da maior parte da humanidade. Ilusão após ilusão. Se atingido aquilo a que aspira, provoca imediatamente no seu portador um vazio que tem que voltar a ser preenchido. A mente jamais se sente satisfeita com quaisquer metas atingidas. E assim transcorrem vidas atrás de vidas.
Aquele que aspira, a ser o que ele já É noutro plano, entra numa espiral evolutiva sem retorno. A cada degrau que sobe, já não olha para trás, a leveza que vai sentindo permite-lhe um estado de ser de que já não quer abdicar. A entrega total de si ao novo é o passaporte nessa ascensão, da qual nada vislumbra, mas também nada questiona, encarna a Fé ativa. Conhece a Graça reverenciando-a. Vivencia o desapego de tudo aquilo que o prendeu, amigos, família, bens materiais. Entra então na conhecida loucura sã. Já não é ele que vive, é Vivido. Acordou do estado anestésico que o adormeceu nas malhas da matéria por milhares de anos. Já nada mais aspira. Já É.
António Alfacinha
Uma Revista que se pretende livre, tendo até a liberdade de o não ser. Livre na divisa, imprevisível na senha. Este "Estudo Geral", também virado à participação local, lembra a fundação do "Estudo Geral" em Portugal, lá longe no ido século XIII, por D. Dinis, "o plantador das naus a haver", como lhe chama Fernando Pessoa em "Mensagem". Coordenação de Edição: Luís Santos.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Interligação de Universos (14)
……………. fala-me sobre a sorte e azar.
- Os Universos dançam e comungam numa simultaneidade que não permitem o uso de terminologias não adequadas para o padrão vibratório em que se encontram. O vosso vocabulário utiliza palavras compatíveis com a dimensão em que vos encontrais e que, usando a vossa linguagem verbal se pode chamar primária. Essas duas palavras sorte e azar revelam a ignorância em que vos encontrais neste momento. Como pode haver sorte e azar numa dança energética em que tudo é resultado de causa e efeito? Toda a acção desencadeia no mesmo nível uma reacção, não previsível no espaço e no tempo. Chegastes a este belo planeta com todo o potencial para a Cocriação, mas ao focalizardes as vossas acções no mundo externo baseadas no vosso ego contribuístes para o aparecimento da dor e do sofrimento. Isolando-vos criaste a vossa verdade relativa e o surgimento de sons verbais de baixa densidade como a sorte e o azar. Coarctastes-vos da vossa Totalidade. Cada um de vós tem dentro de si um espaço aberto, um Caminho que vos conduzirá à Criatividade, fazendo despertar os potenciais energéticos que eliminarão os vossos limites. Entrareis então numa sintonia vibratória multidimensional em que até a própria comunicação verbal será um marco ultrapassado.
António Alfacinha
- Os Universos dançam e comungam numa simultaneidade que não permitem o uso de terminologias não adequadas para o padrão vibratório em que se encontram. O vosso vocabulário utiliza palavras compatíveis com a dimensão em que vos encontrais e que, usando a vossa linguagem verbal se pode chamar primária. Essas duas palavras sorte e azar revelam a ignorância em que vos encontrais neste momento. Como pode haver sorte e azar numa dança energética em que tudo é resultado de causa e efeito? Toda a acção desencadeia no mesmo nível uma reacção, não previsível no espaço e no tempo. Chegastes a este belo planeta com todo o potencial para a Cocriação, mas ao focalizardes as vossas acções no mundo externo baseadas no vosso ego contribuístes para o aparecimento da dor e do sofrimento. Isolando-vos criaste a vossa verdade relativa e o surgimento de sons verbais de baixa densidade como a sorte e o azar. Coarctastes-vos da vossa Totalidade. Cada um de vós tem dentro de si um espaço aberto, um Caminho que vos conduzirá à Criatividade, fazendo despertar os potenciais energéticos que eliminarão os vossos limites. Entrareis então numa sintonia vibratória multidimensional em que até a própria comunicação verbal será um marco ultrapassado.
António Alfacinha
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Interligação de Universos (13)
………………………fala-me sobre a mente.
- Abordar o tema da mente é permitir que a mesma fale de si própria. Visualizai uma escada, a que chamais mente e que se encontra graduada desde o degrau mais baixo até ao degrau mais alto. Assim, como quando subis uma escada estimulado pelo que procuras alcançar ao subir, a vossa mente é o vosso processo de ascensão interno. Ao primeiro degrau chamamos mente racional ou material, aquela que todos vós conheceis e na qual se encontra posicionada a maior parte da humanidade, por empatia vibratória. É lá que se emitem os pensamentos, a procura das vossas actividades diárias. A permanência neste patamar, sem estímulo à subida, à ascensão, produz no ser humano a angústia, a ansiedade, a pré-ocupação. Faz o homem girar em torno de si próprio, às vezes durante milhares de anos, acreditando estar a progredir, caindo assim numa letargia e ignorância não evolutiva. Quando cansado de tanto caminhar, pára para pensar e tem o privilégio de deixar de o fazer, nem que seja por alguns segundos, podem surgir-lhe vislumbres do degrau seguinte, aquele em que já não prepondera o material. Se audaz, dá pequenos passos interiores na direcção do novo e como em dia de nevoeiro começa a vislumbrar algo mais subtil, que o atrai, mas que também por ser desconhecido receia. Aí, se persistente, começa a ter noção de uma mente já não compulsiva, não rotineira, é a mente intelectual. Não aquela das escolas, das faculdades, não o vosso Q.I., mas sim a que faz a ligação ao mais alto, à serenidade, ao não esforço, ao que aparentemente é novo, mas que sempre esteve lá, apenas esperando a chegada do Novo Homem. Aqueles que lá conseguem chegar saciam a sua sede nesse oásis e já não querem voltar à etapa anterior, o da mente concreta, racional, mas também sabem que esse ponto de que se aproximam é apenas mais um marco na subida em espiral, dessa escada infinita de evolução da Consciência. Termino a resposta à tua pergunta, pois a escrita verbal não permite a entrada em áreas a que não tem acesso, mas informo-te que o ultimo degrau evolutivo da mente é a abstracta. Houve consciências que passaram por esta Terra e deixaram testemunhos vibratórios práticos desses patamares de Conhecimento, aqueles a quem chamais Mestres Ascensos.
Antonio Alfacinha
- Abordar o tema da mente é permitir que a mesma fale de si própria. Visualizai uma escada, a que chamais mente e que se encontra graduada desde o degrau mais baixo até ao degrau mais alto. Assim, como quando subis uma escada estimulado pelo que procuras alcançar ao subir, a vossa mente é o vosso processo de ascensão interno. Ao primeiro degrau chamamos mente racional ou material, aquela que todos vós conheceis e na qual se encontra posicionada a maior parte da humanidade, por empatia vibratória. É lá que se emitem os pensamentos, a procura das vossas actividades diárias. A permanência neste patamar, sem estímulo à subida, à ascensão, produz no ser humano a angústia, a ansiedade, a pré-ocupação. Faz o homem girar em torno de si próprio, às vezes durante milhares de anos, acreditando estar a progredir, caindo assim numa letargia e ignorância não evolutiva. Quando cansado de tanto caminhar, pára para pensar e tem o privilégio de deixar de o fazer, nem que seja por alguns segundos, podem surgir-lhe vislumbres do degrau seguinte, aquele em que já não prepondera o material. Se audaz, dá pequenos passos interiores na direcção do novo e como em dia de nevoeiro começa a vislumbrar algo mais subtil, que o atrai, mas que também por ser desconhecido receia. Aí, se persistente, começa a ter noção de uma mente já não compulsiva, não rotineira, é a mente intelectual. Não aquela das escolas, das faculdades, não o vosso Q.I., mas sim a que faz a ligação ao mais alto, à serenidade, ao não esforço, ao que aparentemente é novo, mas que sempre esteve lá, apenas esperando a chegada do Novo Homem. Aqueles que lá conseguem chegar saciam a sua sede nesse oásis e já não querem voltar à etapa anterior, o da mente concreta, racional, mas também sabem que esse ponto de que se aproximam é apenas mais um marco na subida em espiral, dessa escada infinita de evolução da Consciência. Termino a resposta à tua pergunta, pois a escrita verbal não permite a entrada em áreas a que não tem acesso, mas informo-te que o ultimo degrau evolutivo da mente é a abstracta. Houve consciências que passaram por esta Terra e deixaram testemunhos vibratórios práticos desses patamares de Conhecimento, aqueles a quem chamais Mestres Ascensos.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
INTERLIGAÇÃO DE UNIVERSOS (12)
………………. Fala-me do bem, do mal e da existência.
- Que é o bem, senão a ausência do mal. Mas o mal é uma concepção mental, limitada do vosso cérebro. Sendo o vosso cérebro uma ferramenta condicionada do vosso veiculo físico, não será fiável na sua análise, desde que o observado esteja para além desse condicionamento. Assim, o mal, poderá não o ser, mas um caminho, entre outros, na direcção do Bem. Então o mal poderá ser uma Ilusão, levando também a considerarmos o observador incluído nessa Ilusão. Logo, tudo é Ilusão. Então onde se encontra o Real?
-Só o Todo, que a tudo inclui, poderá separar as águas. O reconhecimento dos limites dos veículos físico e mental, permitirá o surgimento em cada um dum espaço maior entre cada pensamento emitido. Esse espaço, a que podemos chamar silêncio, é o inicio da entrada num campo ilimitado, para além do visível e sentido, uma Realidade maior, que existe e que transcende o âmbito humano. Existindo É. E só é possível entrar no mesmo abdicando totalmente daquilo que se é em aparência, nome, profissão, pensamentos, emoções, desejos. O vazio total. A entrada no Bem, no Real. Aí o observador estará integrado na Totalidade, sabendo que tudo caminha num só sentido, o Bem. É a entrada num patamar evolutivo da consciência, denominado EXISTÊNCIA.
António Alfacinha
- Que é o bem, senão a ausência do mal. Mas o mal é uma concepção mental, limitada do vosso cérebro. Sendo o vosso cérebro uma ferramenta condicionada do vosso veiculo físico, não será fiável na sua análise, desde que o observado esteja para além desse condicionamento. Assim, o mal, poderá não o ser, mas um caminho, entre outros, na direcção do Bem. Então o mal poderá ser uma Ilusão, levando também a considerarmos o observador incluído nessa Ilusão. Logo, tudo é Ilusão. Então onde se encontra o Real?
-Só o Todo, que a tudo inclui, poderá separar as águas. O reconhecimento dos limites dos veículos físico e mental, permitirá o surgimento em cada um dum espaço maior entre cada pensamento emitido. Esse espaço, a que podemos chamar silêncio, é o inicio da entrada num campo ilimitado, para além do visível e sentido, uma Realidade maior, que existe e que transcende o âmbito humano. Existindo É. E só é possível entrar no mesmo abdicando totalmente daquilo que se é em aparência, nome, profissão, pensamentos, emoções, desejos. O vazio total. A entrada no Bem, no Real. Aí o observador estará integrado na Totalidade, sabendo que tudo caminha num só sentido, o Bem. É a entrada num patamar evolutivo da consciência, denominado EXISTÊNCIA.
António Alfacinha
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Interligação de Universos
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Interligação de Universos (11)
………………………………. fala- me sobre a palavra e multidimensionalidade.
- Na dimensão em que vos encontrais a comunicação faz-se de acordo com a capacidade do vosso cérebro, que está preparado para receber, analisar e armazenar informação, apenas e só dentro do limite dessa mesma dimensão. Ignorando e não estando preparados para sair do casulo em que estais encerrados quaisquer projecção multidimensional será coarctada, limitada e catalogada dentro das possibilidades das vossas capacidades. Terá a lagarta que morrer para surgir a borboleta? Podem ambas coexistir? Quaisquer projecções de outras dimensões não poderão ser objecto escrito ou falado, pois o receptor, neste caso o vosso cérebro irá converter, desvirtuando e adaptando, confinando-as dentro do vosso casulo. Assim a lagarta jamais poderá falar do voo da borboleta, mas também esta terá dificuldade em transmitir por não ter receptor compatível. Assim, a palavra está limitada, pois o estádio de borboleta que se libertou do casulo, só é entendido vivenciando-o, não podendo ser convertido em palavras. Um dia, a lagarta cansada de rastejar vai querer voar e aí saberá que só o fará fora do seu casulo, abdicando do que a prende a esse nível, o querer, o possuir, o ter. Iniciará então um processo de abandono total, activo, de entrega ao Novo, àquilo que não sabe o que é, mas que a levará à multidimensionalidade, à Ascensão. Vai morrer para si própria, entrando gradualmente no estado de apenas Ser. Serão então a lagarta e a borboleta projecções multidimensionais do mesmo ser nos primeiros estádios evolutivos? Seremos todos nós projecções fragmentadas do nosso EU multidimensional? As respostas encontram-se no interior de cada Ser.
António Alfacinha
- Na dimensão em que vos encontrais a comunicação faz-se de acordo com a capacidade do vosso cérebro, que está preparado para receber, analisar e armazenar informação, apenas e só dentro do limite dessa mesma dimensão. Ignorando e não estando preparados para sair do casulo em que estais encerrados quaisquer projecção multidimensional será coarctada, limitada e catalogada dentro das possibilidades das vossas capacidades. Terá a lagarta que morrer para surgir a borboleta? Podem ambas coexistir? Quaisquer projecções de outras dimensões não poderão ser objecto escrito ou falado, pois o receptor, neste caso o vosso cérebro irá converter, desvirtuando e adaptando, confinando-as dentro do vosso casulo. Assim a lagarta jamais poderá falar do voo da borboleta, mas também esta terá dificuldade em transmitir por não ter receptor compatível. Assim, a palavra está limitada, pois o estádio de borboleta que se libertou do casulo, só é entendido vivenciando-o, não podendo ser convertido em palavras. Um dia, a lagarta cansada de rastejar vai querer voar e aí saberá que só o fará fora do seu casulo, abdicando do que a prende a esse nível, o querer, o possuir, o ter. Iniciará então um processo de abandono total, activo, de entrega ao Novo, àquilo que não sabe o que é, mas que a levará à multidimensionalidade, à Ascensão. Vai morrer para si própria, entrando gradualmente no estado de apenas Ser. Serão então a lagarta e a borboleta projecções multidimensionais do mesmo ser nos primeiros estádios evolutivos? Seremos todos nós projecções fragmentadas do nosso EU multidimensional? As respostas encontram-se no interior de cada Ser.
António Alfacinha
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Interligação de Universos
sábado, 11 de dezembro de 2010
Interligação de Universos (10)
………………….fala-me sobre o amor.
- Palavra tantas vezes pronunciada e tão mal compreendida. Que é o Amor senão a expressão da tua aliança com Deus, com o Uno, contigo. Palavra tão utilizada em relação a algo exterior a vós, a tudo que vos rodeia e que é mutável, a tudo que é ilusão. Como podereis amar a alguém ou algo, sem teres partilhado da essência que é o Amor? Aquilo a que muitas vezes chamais amor, na verdade é apego, é posse, é desejo. Despe-te de ti próprio e penetra no teu interior, procura dentro de ti a pérola que existe em todos, o teu Núcleo Divino. Aí, então, mergulha nesse néctar, sacia a tua sede. Saberás então que o Amor sempre esteve em ti, aguardando a tua empatia vibratória, a tua inclusão naquilo que tu já És, Amor, Unidade Cósmica. Vidas e vidas despendeste procurando no exterior aquilo que sempre esteve em ti. Cansada de tanto caminhar a humanidade rende-se e inicia o caminho de retorno a Casa, ao verdadeiro Amor. Aquele que não exclui, que não tem preferência por credos, religiões, raças, laços familiares, desejos, sentido de posse e que tudo envolve em um só. Ama-Te e estarás amando tudo e todos. O verdadeiro Amor, aquele que te completará não está no exterior em qualquer outro ser, mas dentro de ti.
António Alfacinha
Alfa2749@yahoo.com.br
- Palavra tantas vezes pronunciada e tão mal compreendida. Que é o Amor senão a expressão da tua aliança com Deus, com o Uno, contigo. Palavra tão utilizada em relação a algo exterior a vós, a tudo que vos rodeia e que é mutável, a tudo que é ilusão. Como podereis amar a alguém ou algo, sem teres partilhado da essência que é o Amor? Aquilo a que muitas vezes chamais amor, na verdade é apego, é posse, é desejo. Despe-te de ti próprio e penetra no teu interior, procura dentro de ti a pérola que existe em todos, o teu Núcleo Divino. Aí, então, mergulha nesse néctar, sacia a tua sede. Saberás então que o Amor sempre esteve em ti, aguardando a tua empatia vibratória, a tua inclusão naquilo que tu já És, Amor, Unidade Cósmica. Vidas e vidas despendeste procurando no exterior aquilo que sempre esteve em ti. Cansada de tanto caminhar a humanidade rende-se e inicia o caminho de retorno a Casa, ao verdadeiro Amor. Aquele que não exclui, que não tem preferência por credos, religiões, raças, laços familiares, desejos, sentido de posse e que tudo envolve em um só. Ama-Te e estarás amando tudo e todos. O verdadeiro Amor, aquele que te completará não está no exterior em qualquer outro ser, mas dentro de ti.
António Alfacinha
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Interligação de Universos
domingo, 7 de novembro de 2010
Interligação de Universos (9)
…………………….fala-me sobre a co-criação.
-Todos vós sois partículas do Todo. Quando decidiste experienciar os níveis mais densos de manifestação véus foram colocados entre nós. Com o esquecimento de quem Sois iniciaste o caminho de regresso, partindo do ponto mais baixo da evolução. Através do livre-arbítrio criaste e manifestaste formas, que foram alimentando aquilo que pensaste satisfazer as vossas supostas necessidades diárias. Só que, a maior parte dessas necessidades apenas alimentavam o vosso ego e seu sentido de posse. Durante éons mantiveste-vos alimentando as vossas personalidades (1), acreditando ser essa a razão da vossa existência. Provocaste o sofrimento em vós e à vossa volta, através de disputas, de guerras, muitas delas em defesa do vosso Deus, da vossa verdade, sempre diferentes e mais justos que os dos vossos opositores. Basta examinardes para dentro de vós e ao vosso redor para verificardes que aquilo que criaste durante milhares de anos, não trouxe o equilíbrio, a saúde física e mental, o bem-estar, que todos almejais.
Agora estais entrando em uma época de grande reversão, correcção e expansão de consciência. Aquilo a que chamais de caos, que não o é, permitirá aos mais audazes, mas também aos que mais sofreram, por um desgaste equivoco das energias que dispõem, uma correcção do caminho a seguir, uma vontade indomável do regresso a Casa. Este regresso predispõe um abandono total daquilo que se é aparentemente e a manifestação exteriorizada da essência que existe em todo o Ser. Haverá então um alinhamento com o Plano Evolutivo, o Plano Divino, e o homem será então a manifestação, o canal, para uma Co-Criação que a todos beneficiará. Será o fim do livre-arbítrio, o inicio da Nova Era, o elixir do Santo Graal, onde todos poderão saciar a sua sede.
(1) Personalidade – conjunto de forças, faculdades e energias dos níveis psíquicos do ser humano incluídos os corpos físico, mental e emocional (ou astral).
António Alfacinha
Alfa2749@yahoo.com.br
-Todos vós sois partículas do Todo. Quando decidiste experienciar os níveis mais densos de manifestação véus foram colocados entre nós. Com o esquecimento de quem Sois iniciaste o caminho de regresso, partindo do ponto mais baixo da evolução. Através do livre-arbítrio criaste e manifestaste formas, que foram alimentando aquilo que pensaste satisfazer as vossas supostas necessidades diárias. Só que, a maior parte dessas necessidades apenas alimentavam o vosso ego e seu sentido de posse. Durante éons mantiveste-vos alimentando as vossas personalidades (1), acreditando ser essa a razão da vossa existência. Provocaste o sofrimento em vós e à vossa volta, através de disputas, de guerras, muitas delas em defesa do vosso Deus, da vossa verdade, sempre diferentes e mais justos que os dos vossos opositores. Basta examinardes para dentro de vós e ao vosso redor para verificardes que aquilo que criaste durante milhares de anos, não trouxe o equilíbrio, a saúde física e mental, o bem-estar, que todos almejais.
Agora estais entrando em uma época de grande reversão, correcção e expansão de consciência. Aquilo a que chamais de caos, que não o é, permitirá aos mais audazes, mas também aos que mais sofreram, por um desgaste equivoco das energias que dispõem, uma correcção do caminho a seguir, uma vontade indomável do regresso a Casa. Este regresso predispõe um abandono total daquilo que se é aparentemente e a manifestação exteriorizada da essência que existe em todo o Ser. Haverá então um alinhamento com o Plano Evolutivo, o Plano Divino, e o homem será então a manifestação, o canal, para uma Co-Criação que a todos beneficiará. Será o fim do livre-arbítrio, o inicio da Nova Era, o elixir do Santo Graal, onde todos poderão saciar a sua sede.
(1) Personalidade – conjunto de forças, faculdades e energias dos níveis psíquicos do ser humano incluídos os corpos físico, mental e emocional (ou astral).
António Alfacinha
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Interligação de Universos
domingo, 17 de outubro de 2010
Interligação de Universos (8)
…………fala-me sobre a paz.
-Jamais encontrará a paz aquele que a procura para si mesmo. Só libertando-se de si é possível encontrá-la. Não se chega à paz buscando-a ou desejando-a exteriormente. Todo o desejo é fruto da personalidade, do ego, e este não contém a Paz, pois a mesma é uma pérola no interior de cada Ser. Olhai e senti as flores do campo e restante reino vegetal e reino mineral. Quando aliares o sentir à visão interior comungareis dessa paz sempre presente nesses reinos. Tendes que entrar num estado total de Vazio para seres preenchido pelo Todo, pela Paz.
- Quanto tempo passará até sentires a necessidade de fazer o silêncio em ti e à tua volta? De procurar no exterior aquilo que sempre esteve em ti? É focalizando no centro do teu próprio Ser, com uma vontade constante, não desistindo e aceitando as aparentes paragens como motivação para prosseguir, que o Ser vai vislumbrando a verdadeira Paz. Esta tem uma dinâmica própria, não é um estado de inércia, mas transformadora, permitindo que a consciência seja motivada a subir os degraus da sua própria evolução.
A verdadeira Paz é um estado interior do Ser e não é atingida através de quaisquer forças ou lutas exteriores.
Quando nada quiseres daquilo que fazes, para ti ou para quem te rodeia, permitirás a tua sintonia com o Plano Evolutivo, que aguarda esse estado subtil de Ser, levando-te ao encontro dessa almejada e tão mal compreendida PAZ.
António alfacinha
Alfa2749@yahoo.com
-Jamais encontrará a paz aquele que a procura para si mesmo. Só libertando-se de si é possível encontrá-la. Não se chega à paz buscando-a ou desejando-a exteriormente. Todo o desejo é fruto da personalidade, do ego, e este não contém a Paz, pois a mesma é uma pérola no interior de cada Ser. Olhai e senti as flores do campo e restante reino vegetal e reino mineral. Quando aliares o sentir à visão interior comungareis dessa paz sempre presente nesses reinos. Tendes que entrar num estado total de Vazio para seres preenchido pelo Todo, pela Paz.
- Quanto tempo passará até sentires a necessidade de fazer o silêncio em ti e à tua volta? De procurar no exterior aquilo que sempre esteve em ti? É focalizando no centro do teu próprio Ser, com uma vontade constante, não desistindo e aceitando as aparentes paragens como motivação para prosseguir, que o Ser vai vislumbrando a verdadeira Paz. Esta tem uma dinâmica própria, não é um estado de inércia, mas transformadora, permitindo que a consciência seja motivada a subir os degraus da sua própria evolução.
A verdadeira Paz é um estado interior do Ser e não é atingida através de quaisquer forças ou lutas exteriores.
Quando nada quiseres daquilo que fazes, para ti ou para quem te rodeia, permitirás a tua sintonia com o Plano Evolutivo, que aguarda esse estado subtil de Ser, levando-te ao encontro dessa almejada e tão mal compreendida PAZ.
António alfacinha
Alfa2749@yahoo.com
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Interligação de Universos
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Interligação de Universos (7)
………………………………. Fala-me sobre a morte.
- Falar sobre a morte é falar sobre a Vida, sobre a continuação. Aquilo a que chamais “ morte “ é a transição, já por vós efectuada centenas, e por muitos, milhares de vezes. O acto de nascimento, a passagem do Real para o irreal, é para vós mais doloroso que a “morte”, é a passagem do ilimitado para o limitado. O véu que nos separa não vos permite, com os olhos dos sentidos, apreciar a comunicação dos dois planos, aquele em que vos encontrais agora, e o nosso, aquele de onde vieste. A Terra, esse belo planeta azul, é para vós a escola que vos propuseste frequentar para terdes várias experiências encarnados nesse corpo, com os seus limites, permitindo dardes mais um salto evolutivo na Consciência, o que não seria possível neste nosso lado, mas vós tendes a tendência de pensar que a vossa passagem por aí é um sacrifício, um peso, uma luta diária e que aquilo a que chamais Paraíso, se encontra neste nosso lado, sois como cegos que se chocam entre si no meio dele. Como podeis chamar “morte” à mudança de um estado denso para um mais subtil, mais perto daquilo a que sois em essência, Espírito, Energia Cósmica Universal, indestrutível.
António Alfacinha
Alfa2749@yahoo.com.br
- Falar sobre a morte é falar sobre a Vida, sobre a continuação. Aquilo a que chamais “ morte “ é a transição, já por vós efectuada centenas, e por muitos, milhares de vezes. O acto de nascimento, a passagem do Real para o irreal, é para vós mais doloroso que a “morte”, é a passagem do ilimitado para o limitado. O véu que nos separa não vos permite, com os olhos dos sentidos, apreciar a comunicação dos dois planos, aquele em que vos encontrais agora, e o nosso, aquele de onde vieste. A Terra, esse belo planeta azul, é para vós a escola que vos propuseste frequentar para terdes várias experiências encarnados nesse corpo, com os seus limites, permitindo dardes mais um salto evolutivo na Consciência, o que não seria possível neste nosso lado, mas vós tendes a tendência de pensar que a vossa passagem por aí é um sacrifício, um peso, uma luta diária e que aquilo a que chamais Paraíso, se encontra neste nosso lado, sois como cegos que se chocam entre si no meio dele. Como podeis chamar “morte” à mudança de um estado denso para um mais subtil, mais perto daquilo a que sois em essência, Espírito, Energia Cósmica Universal, indestrutível.
António Alfacinha
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Interligação de Universos
domingo, 19 de setembro de 2010
Interligação de Universos (6)
……………fala-me sobre gnost.
- Gnost é uma parte de ti, não te pertencendo, esquecida, mas presente. Não é a mente, mas sim um espaço ilimitado, não anexado a ti, mas envolvendo-te. È uma ferramenta que podes utilizar sempre que tenhas duvidas, problemas a resolver. Podemos situá-lo, como ligação física a ti, no hemisfério cerebral direito (H.C.D.). Este hemisfério é a ligação entre o ser e o Ser. O hemisfério cerebral esquerdo (H.C.E.) contém o intelecto, os conhecimentos acumulados ao longo de milhões de anos pelo ser humano. OH.C.D. quando desperto, activado e utilizado é o ponto de partida para o surgimento do Novo Homem. Gnost está lá sereno, sem pressa, aguardando o despertar da Humanidade. É a solução para o problema, o esclarecimento para a dúvida, o que parece novo, não o sendo. O seu conteúdo emerge na mente sem se fazer anunciar. Não pode ser questionado directa e mentalmente, a sua frequência vibratória é mais subtil que todos os padrões próprios do H.C.E. É a antecâmara da Sabedoria, a sua informação vem de lá, mas não é o local da sua origem. Para ser utilizado tem que ser sentido como existente.
A falta de soluções para os problemas da humanidade, o caos aparente, que não o é, predispõe o Conhecimento de gnost.
António Alfacinha
Alfa2749@yahoo.com.br
- Gnost é uma parte de ti, não te pertencendo, esquecida, mas presente. Não é a mente, mas sim um espaço ilimitado, não anexado a ti, mas envolvendo-te. È uma ferramenta que podes utilizar sempre que tenhas duvidas, problemas a resolver. Podemos situá-lo, como ligação física a ti, no hemisfério cerebral direito (H.C.D.). Este hemisfério é a ligação entre o ser e o Ser. O hemisfério cerebral esquerdo (H.C.E.) contém o intelecto, os conhecimentos acumulados ao longo de milhões de anos pelo ser humano. OH.C.D. quando desperto, activado e utilizado é o ponto de partida para o surgimento do Novo Homem. Gnost está lá sereno, sem pressa, aguardando o despertar da Humanidade. É a solução para o problema, o esclarecimento para a dúvida, o que parece novo, não o sendo. O seu conteúdo emerge na mente sem se fazer anunciar. Não pode ser questionado directa e mentalmente, a sua frequência vibratória é mais subtil que todos os padrões próprios do H.C.E. É a antecâmara da Sabedoria, a sua informação vem de lá, mas não é o local da sua origem. Para ser utilizado tem que ser sentido como existente.
A falta de soluções para os problemas da humanidade, o caos aparente, que não o é, predispõe o Conhecimento de gnost.
António Alfacinha
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Interligação de Universos
sábado, 4 de setembro de 2010
Interligação de Universos (5)
……………………….fala-me sobre a oração.
-Orar, como tu o fazes, dirigindo-te a alguém exterior a ti próprio, induz à separatividade, nega a integração naquilo que tu já És, o Todo. Não há nada a pedir, quer material, quer espiritualmente. O Todo é omnipresente, omnisciente e omnipotente. Enquanto entenderes a oração como um acto de pedir por, ou para, revelas a ignorância desse teu estado transitório. Como podes tu pedir aquilo que já tens, ou aquilo que já És? Quem pede é a tua personalidade, o teu ego, aquele que acredita que a sua totalidade é aquela imagem reflectida diariamente pelo espelho e que crê que tudo o que existe é o que o rodeia, quer próximo de si, quer a milhares de quilómetros de distância.
Tu não és apenas esse corpo físico. Tens muitos mais corpos, entre eles o etérico, o astral, o mental, o espiritual e não só.
Há um Plano Evolutivo Cósmico, que abrange tudo e todos os reinos humanos, animal, vegetal e mineral. Esse Plano é regido por um arquétipo desde sempre delineado e em constante evolução e actualização, permitindo a formação dum Tapete Cósmico, do qual tu és um ponto indissolúvel. Pára a tua mente e permite que a tua personalidade se integre, dissolvendo-se e fluindo ao ritmo desse Plano. Passarás então do estado de ser ao Ser, e assim, aos olhares para trás saberás que o tempo das orações exteriorizadas faz parte do que se chama a Grande Noite dos Tempos.
António Alfacinha
alfa2749@yahoo.com.br
-Orar, como tu o fazes, dirigindo-te a alguém exterior a ti próprio, induz à separatividade, nega a integração naquilo que tu já És, o Todo. Não há nada a pedir, quer material, quer espiritualmente. O Todo é omnipresente, omnisciente e omnipotente. Enquanto entenderes a oração como um acto de pedir por, ou para, revelas a ignorância desse teu estado transitório. Como podes tu pedir aquilo que já tens, ou aquilo que já És? Quem pede é a tua personalidade, o teu ego, aquele que acredita que a sua totalidade é aquela imagem reflectida diariamente pelo espelho e que crê que tudo o que existe é o que o rodeia, quer próximo de si, quer a milhares de quilómetros de distância.
Tu não és apenas esse corpo físico. Tens muitos mais corpos, entre eles o etérico, o astral, o mental, o espiritual e não só.
Há um Plano Evolutivo Cósmico, que abrange tudo e todos os reinos humanos, animal, vegetal e mineral. Esse Plano é regido por um arquétipo desde sempre delineado e em constante evolução e actualização, permitindo a formação dum Tapete Cósmico, do qual tu és um ponto indissolúvel. Pára a tua mente e permite que a tua personalidade se integre, dissolvendo-se e fluindo ao ritmo desse Plano. Passarás então do estado de ser ao Ser, e assim, aos olhares para trás saberás que o tempo das orações exteriorizadas faz parte do que se chama a Grande Noite dos Tempos.
António Alfacinha
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Esoterismo,
Interligação de Universos
sábado, 7 de agosto de 2010
Interligação de Universos (4)
..............................................fala-me de Deus.
- Deus sois vós, somos Nós, tudo o que há em ti e ao teu redor, os campos, as àrvores, os rios, o ar, a chuva.
Não existe nada exterior a Ele e tudo está Nele. A tua mente não está preparada para a dimensão que é Deus, o Todo. A tua concepção de Deus crescerá ao mesmo ritmo da ampliação da tua consciência, não dos teus conhecimentos intelectuais. Esta consciência não é a normal, mas a Supramental. Através do silêncio dos sentidos, dos pensamentos, das manifestações exteriores, entrarás num vazio, que não é um nada, mas sim um estado de Plenitude, de pulsação de Vida. É o surgimento em ti da consciência Supramental. O início da tua integração gradual, sentida, naquilo que tu És, Deus.
antonio alfacinha
alfa2749@yahoo.com.br
- Deus sois vós, somos Nós, tudo o que há em ti e ao teu redor, os campos, as àrvores, os rios, o ar, a chuva.
Não existe nada exterior a Ele e tudo está Nele. A tua mente não está preparada para a dimensão que é Deus, o Todo. A tua concepção de Deus crescerá ao mesmo ritmo da ampliação da tua consciência, não dos teus conhecimentos intelectuais. Esta consciência não é a normal, mas a Supramental. Através do silêncio dos sentidos, dos pensamentos, das manifestações exteriores, entrarás num vazio, que não é um nada, mas sim um estado de Plenitude, de pulsação de Vida. É o surgimento em ti da consciência Supramental. O início da tua integração gradual, sentida, naquilo que tu És, Deus.
antonio alfacinha
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Esoterismo,
Interligação de Universos
sábado, 3 de julho de 2010
Interligação de Universos (3)
.....................fala-me sobre o tempo.
- A observação linear do homem terrestre codifica o ontem como passado, o hoje como presente, e o amanhã como futuro.Mas isso não é verdade, é próprio duma observação condicionada, não abrangente. A progressão é vertical,não horizontal. A espiral contem em si a atemporalidade, mais perto da Realidade. A visão humana não permite a aceitação do não tempo. Aos cinco sentidos já conhecidos dos seres humanos, outros aguardam, em forma de embrião, o seu desenvolvimento, a gênese do Novo Homem. Os limites próprios da temporalidade serão, em breve, um marco já transposto da evolução humana.Aquilo a que chamais Nova Era verá o Homem atemporal, multidimensional.
antonio alfacinha
alfa2749@yahoo.com.br
- A observação linear do homem terrestre codifica o ontem como passado, o hoje como presente, e o amanhã como futuro.Mas isso não é verdade, é próprio duma observação condicionada, não abrangente. A progressão é vertical,não horizontal. A espiral contem em si a atemporalidade, mais perto da Realidade. A visão humana não permite a aceitação do não tempo. Aos cinco sentidos já conhecidos dos seres humanos, outros aguardam, em forma de embrião, o seu desenvolvimento, a gênese do Novo Homem. Os limites próprios da temporalidade serão, em breve, um marco já transposto da evolução humana.Aquilo a que chamais Nova Era verá o Homem atemporal, multidimensional.
antonio alfacinha
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Interligação de Universos
quinta-feira, 10 de junho de 2010
INTERLIGAÇÃO DE UNIVERSOS ( 2 )
...................fala-me sobre os potenciais energéticos da mudança.
- A estabilidade que o homem procura é contrária à evolução. Esta está sempre em movimento. Os potenciais humanos estão delineados etéricamente.Sempre lá estiveram, aguardando que a consciência humana evolua e se torne vibratóriamente compatível. Não será através da mente ou da análise que tal será atingido, mas através do sentir. Os potenciais energéticos aguardam o seu timing. As fontes energéticas de hoje serão consideradas primitivas, as estruturas humanas caducas. As novas energias não serão obtidas do solo, nem do vento ou do mar. Os desastres ecológicos que estão aparecendo permitirão o despertar e o aumento da consciência individual e coletiva da humanidade. Ao homem é pedido que mude o ângulo de observação de tudo o que o rodeia e se foque naquele que permite ver evolução em todo o acontecimento, quer externo, quer em si próprio. Tudo está bem.
António Alfacinha
alfa2749@yahoo.com.br
- A estabilidade que o homem procura é contrária à evolução. Esta está sempre em movimento. Os potenciais humanos estão delineados etéricamente.Sempre lá estiveram, aguardando que a consciência humana evolua e se torne vibratóriamente compatível. Não será através da mente ou da análise que tal será atingido, mas através do sentir. Os potenciais energéticos aguardam o seu timing. As fontes energéticas de hoje serão consideradas primitivas, as estruturas humanas caducas. As novas energias não serão obtidas do solo, nem do vento ou do mar. Os desastres ecológicos que estão aparecendo permitirão o despertar e o aumento da consciência individual e coletiva da humanidade. Ao homem é pedido que mude o ângulo de observação de tudo o que o rodeia e se foque naquele que permite ver evolução em todo o acontecimento, quer externo, quer em si próprio. Tudo está bem.
António Alfacinha
alfa2749@yahoo.com.br
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Interligação de Universos
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Interligação de Universos
..............quem sou?
- És a a individualidade do Ser feito Vida à imagem do Uno. Aquele que procura no Universo manifestado a Criação Una, a que tem por meta a viagem de regresso à Casa Mãe, através de muitas experiências vivenciadas na procura de identificação com o Uno.
Como devo ser?
-Apenas Ser. Permitindo a expressão interiorizada ,que leve à perfeição identificada com a imagem protótipa que existe em todo o ser.
Qual o papel da mente neste processo?
- Na religação com tudo o que É a mente ocupa um papel secundário, que gradualmente é substituída pela Intuição, já que aquela não tem acesso ao Imaterial. Não deve ser subestimada nem valorizada, mas identificada com o ciclo de vida correspondente à sua manifestação.
A Intuição é uma dádiva?
-É dada quando já permitimos a passagem, embora tênue, dos raios de luz que aguardam a sua manifestação exteriorizada.
antonio alfacinha
alfa2749@yahoo.com.br
- És a a individualidade do Ser feito Vida à imagem do Uno. Aquele que procura no Universo manifestado a Criação Una, a que tem por meta a viagem de regresso à Casa Mãe, através de muitas experiências vivenciadas na procura de identificação com o Uno.
Como devo ser?
-Apenas Ser. Permitindo a expressão interiorizada ,que leve à perfeição identificada com a imagem protótipa que existe em todo o ser.
Qual o papel da mente neste processo?
- Na religação com tudo o que É a mente ocupa um papel secundário, que gradualmente é substituída pela Intuição, já que aquela não tem acesso ao Imaterial. Não deve ser subestimada nem valorizada, mas identificada com o ciclo de vida correspondente à sua manifestação.
A Intuição é uma dádiva?
-É dada quando já permitimos a passagem, embora tênue, dos raios de luz que aguardam a sua manifestação exteriorizada.
antonio alfacinha
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