Mostrar mensagens com a etiqueta José Marinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta José Marinho. Mostrar todas as mensagens

sábado, 20 de abril de 2013

Vidas Lusófonas



O rigor histórico não está condenado à prosa de notário,
é possível conviver com as figuras do passado.
Saber o que foi, pode ajudar-nos a talhar o que será. 


troca ideias com o filósofo


enquanto sobem até   


onde já moram 157.

Naquela casa tudo está a acontecer,
cada vida / cada conto.
Por isso já recebeu mais de 26,7 milhões de visitas.



sábado, 15 de janeiro de 2011

Filosofia e Saudade

14. José Marinho (1904-1975)-Teoria do Ser (1961)

. Um Absoluto que está para lá de toda a experiência da relação: não cria, nem é criado. Como a experiência de alguma coisa que é constante, vertical, sem princípio nem fim, sem nascimento nem morte. Uma visão universalista.

A Visão Unívoca - Os olhos com que se vê são os olhos com que se está cego. O Espírito ou a Visão Unívoca é de uma união e cisão simultânea - o uno que cinde e a cisão que une. A ambiguidade da Visão Unívoca como intrínseca à própria existência.


15. Eudoro de Sousa (1911-1987), Origem da Poesia e da Filosofia

. Os primeiros homens, os primitivos, caracterizavam-se por uma indistinção entre 3 planos: Divindade, Humanidade, Animalidade. Há uma expriência religiosa primordial em que não há nomeação. Os primeiros rituais não têm relação com o intelecto, mas sim com o corpo. A experiência primordial é dançante.

O Homem que procura mediações é um homem que está no plano do profano, que está ainda separado e que se quer religar. Valoriza-se essa maneira de ser do homem primitivo.

Luis Santos

Referência Bibliográfica:
-Síntese de Apontamentos, Aulas de Filosofia em Portugal, Prof. Paulo Borges, 2009