TALVEZ DESTINO
É uma voz tão
antiga e de toada tão doce
compondo lendas,
histórias, baladas
numa língua de
trovar.
Vem de pais, de egrégios
avós e
se mais antiga a
memória fosse
decerto
encontraríamos sempre
esta vocação de deslumbrando-se,
deslumbrar.
Foto: Edgar Cantante; Texto: Manuel João Croca
