MIRADOURO 38 / 2014
O
que vivemos e a forma como acontecemos no que nos houve traduz aquilo que
somos.
É
muito diferente chegar ou estar sem nunca ter saído.
Quando
se chega, trazem-se sempre marcas das viagens realizadas.
Nas
memórias impossíveis de apagar,
Nas
emoções registadas porque vividas
No
mapa-itinerário interior onde perpetuamente se elabora a personalidade.
E
nisso, somos todos diferentes e todos iguais porque nada é a fingir.
Manuel João Croca
Foto de Edgar Cantante
