Para cada estrela no céu,
Há uma estrela no coração.
Olhamos para a vastidão estelar
E desistimos de contar
As estrelas da noite.
Olhamos para a vastidão da vida humana,
Vemos confrontos, deslealdades e desilusões
E desistimos de amar.
Amar é como contar as estrelas:
Exige esforço e concentração.
Às vezes, o céu fica nublado
E não conseguimos, naquele instante, prosseguir.
Às vezes, vem o vento
E nos joga um cisco nos olhos.
Mas é preciso continuar
Olhando para o céu.
Embora, às vezes, o tempo nuble,
Por trás, esconde-se o brilho do sol ou a limpidez da noite estrelada.
Não é por que não conseguimos contar que
O amor não existe.
A cada estrelinha que contar no céu
Brilhará uma outra em seu coração.
Não desfaleça!
Continue firme:
Olhando e contando
Perseverando e amando.
Dalton Campos Roque e Andréa Lúcia da Silva
http://www.consciencial.org
Uma Revista que se pretende livre, tendo até a liberdade de o não ser. Livre na divisa, imprevisível na senha. Este "Estudo Geral", também virado à participação local, lembra a fundação do "Estudo Geral" em Portugal, lá longe no ido século XIII, por D. Dinis, "o plantador das naus a haver", como lhe chama Fernando Pessoa em "Mensagem". Coordenação de Edição: Luís Santos.
Mostrar mensagens com a etiqueta Dalton Roque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dalton Roque. Mostrar todas as mensagens
domingo, 4 de julho de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)