João Villaret foi um grande ator e um inigualável declamador, que enchia salas de espetáculos declamando poesia e falando de poetas, sem nunca olhar para um papel.
Morreu no dia 21 de Janeiro, há 50 anos.
Alguém se lembrou de criar um site dedicado a ele. Conta ainda com pouca coisa, mas que merece ser visitado e, claro, ouvido. Sugiro,para começar, alguns curtinhos. Mas, claro, ouvi-los todos é fantástico.
http://jvillaret.com.sapo.pt/ (para ouvir clique neste endereço).
- Adivinha
- Balada da neve
- Fado falado
- Liberdade
- O menino de sua mãe
-Gato que brincas na rua
E o incontornável...
- Cântico negro
Consta que após a leitura deste poema, no Teatro de S. Luís, recebeu uma ovação ininterrupta de perto de 30 minutos, que constitui ainda hoje um record nacional em qualquer tipo de espectáculo.
Enviado por Ernestina Sesinando
(autor desconhecido)
Uma Revista que se pretende livre, tendo até a liberdade de o não ser. Livre na divisa, imprevisível na senha. Este "Estudo Geral", também virado à participação local, lembra a fundação do "Estudo Geral" em Portugal, lá longe no ido século XIII, por D. Dinis, "o plantador das naus a haver", como lhe chama Fernando Pessoa em "Mensagem". Coordenação de Edição: Luís Santos.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
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