Um guerreiro da luz sabe o que quer. E não precisa explicar.

(Paulo Coelho)


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Quietude

Uma voz em silêncio de comunhão soçobrou no voo e deteve-se, pousando, na sombra do olhar.
Tudo se aquietou até a respiração do ar.
À volta as cores desmaiaram, arredondando-se, no poente.

Pássaro, balada, canção.

Manuel João

Sem comentários: