O oceano é um Upanishad, a terra um Sutra, o sol um Corão, o vento um Evangelho. E tu uma deusa-deus que se rebola a nascer e morrer e a rir e chorar pelas colinas do tempo e do espaço até que regresses ao Infinito de onde tudo vem e de onde nada jamais saiu a não ser na mente estúpida que acredita piamente nas histórias que a si mesma conta para se distrair do Extraordinário que é. (Paulo Borges)


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Quietude

Uma voz em silêncio de comunhão soçobrou no voo e deteve-se, pousando, na sombra do olhar.
Tudo se aquietou até a respiração do ar.
À volta as cores desmaiaram, arredondando-se, no poente.

Pássaro, balada, canção.

Manuel João

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