“ Que imenso descanso, não dar nome às coisas! Que infinito espanto, olhar para um mundo sem nome

Paulo Borges


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

A Pintura de AnA Pereira


AnA Pereira
e-mail: apfiat@live.com.pt
website:https://ana-isabel-castanheira-e-pereira.webnode.pt/ 
facebook:https://www.facebook.com/Ana-Pereira-Artes-Pl%C3%A1sticas-1234204616639689/?pnref=story&hc_location=ufi 


                   

IRRACIONALIDADES 
«Intelectualmente, temos muita razão para nos sentirmos modestos. A capacidade de pensamento lógico pode muito bem ser parte da nossa constituição. Contudo, o facto de essa capacidade aí se encontrar permite a possibilidade da sua utilização se certos outros factores estiverem presentes. Um desses factores pertence à história humana. Não há duvida de que a maior parte dos nossos feitos intelectuais são colectivos. Eles dependem de incontactáveis gerações anteriores, cada uma das quais legou algumas parcelas de um conhecimento novo e, algumas novas formas de aumentar ainda mais, o conhecimento para a geração seguinte. Muitos dos erros de pensamento que discutimos continuam connosco, depois de milénios de história humana e, ocorrem quer estejamos sós ou em grupo. A nossa racionalidade é limitada pelo hábito, pela circunstancia e, pelo facto de a nossa capacidade de pensamento ter limites» -PSICOLOGIA-Henry Gleitman «A intuição alimenta-se das experiências e informações acumuladas ao longo do tempo. Será pois uma espécie de "know-how" (saber fazer) guardado na chamada memória implícita. Todd Lubart elaborou uma teoria a que chamou de "ressonância emocional" que ajuda a explicar a intuição. Através desse processo, cada elemento que se apresente em nossa memória é associado a traços emocionais correspondentes a experiências vividas anteriormente. É assim: de cada vez que nos confrontamos com as várias situações da vida (a todo o momento) o cérebro estabelece uma ligação com os conhecimentos armazenados levando a uma associação criativa de conceitos em nossa mente (isso nos ajuda a mantermo-nos conhecedores do mundo que nos rodeia e entender o que se passa). É um trabalho contínuo de reconhecimento da realidade e que nos permite cartografar mentalmente o que se passa remetendo todo o material novo para a memória associando-se ao que já lá existe guardado. O indivíduo inteligente é também um sujeito que sabe usar sua intuição. Ele aprende a ler nas subtilezas dos eventos, nos pormenores que escapam à maioria. E faz outra coisa deveras importante: reúne muita informação. Ele não se satisfaz apenas com o que sabe. Ele é um curioso e gosta de saber mais e mais, indo além da sua especialização. A sua intuição é assim o resultado de saberes e experiências acumuladas.» _ Nelson S Lima «É Somente nas misteriosas equações do amor, que alguma lógica real pode ser encontrada» - John Nash -
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Biografia: Nasci  em Lisboa  no ano de 1969 , voltei meus estudos   na area das artes plasticas,  licenciando-me em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa . Numa das curvas do viver  em Beja  fiz o  Curso de Cenografia com o professor Barbieri  integrando o Projecto Arte Publica .  Recentemente os pendulos deste caminhar impeliram-me a concluir uma Pós Graduação em  Gerontologia Social  pela Universidade Lusofona 
Exposições: 
1992-Colectiva Galeria Escudeiros-Beja
1996-Individual «Homenagem a Miguel Torga», Livraria Obras Completas, Carnaxide
1998-Colectiva«concurso de Pintura- Arábia Saudita pela Expo 98» Hotel Meridien, Lisboa e, participação no mural colectivo para Expo 98.
2014- Exposição Colectiva Nacional 70 CAVAQUINHOS 70 ARTISTAS
2015-Exposição Mensagem de Fernando Pessoa por 25 Artistas Plasticos - Palácio da Independencia
2016- " " " - Casa dos Cubos

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