“ Que imenso descanso, não dar nome às coisas! Que infinito espanto, olhar para um mundo sem nome

Paulo Borges


quarta-feira, 5 de abril de 2017

O Pássaro Azul




1 comentário:

luis santos disse...


Muito bonita a récita e o quadro, e, já agora, o poema também não é feio. Eu acho!
Grande Abraço Grande António.

Ainda!