domingo, 11 de janeiro de 2015




MIRADOURO 02 /2015


Cofres Vazios

traiçoeiro daquele que sabe
não sabendo o que os olhos vêm
à deriva andam e têm
vazio seu cofre de vontade

peço à invasão do destino
que o tédio se ilumine ao coração
neurónios sós de alma em solidão
se afoga vazio, sonho de homem divino



                                                                    Diogo Correia
                                                                    10/8/2009

1 comentário:

Gil disse...

Gostei, Diogo!
Imaginas um video para este poema? Se sim, dá o mote e vamos a isso!
beijos
Fernanda