"Firme, forte, bem enraizada, a última azinheira e a sua dríade ou Espírito da Natureza, qual Deusa Mãe Terra, saúda-nos e pede-nos para defendermos mais as árvores, em especial as mais velhas, raras e sagradas..." (Pedro Teixeira da Mota)



quinta-feira, 23 de julho de 2015

SILÊNCIO

A reafirmação do ocaso
sucessivo ao decorrido. Tempos
eleitos em esquecimentos. Torpor
                                           e formato.

A recondução do corpo ao silêncio
originário. O primeiro sinal de vida
escrito no todo universal.

             A solidão se completa
                em esquecimento
                     e silêncio.

(Pedro Du Bois, inédito)

3 comentários:

MJC disse...

que poema magnífico.
parabéns a quem assim nos revela o universo.

Manuel João Croca

Pedro Du Bois disse...

Caríssimos Luis e Croca, gratíssimo pela divulgação e leitura. Abraços. Pedro.

Necao Cast disse...

Poema das escrituras secretas...Parabéns /Necao Cast