“Nascer não é uma fatalidade, mas uma escolha pré-consciente, daquela consciência que se perde quando se voa do céu para a Terra, como dizia Platão.”

(Agostinho da Silva, Vida Conversável, p.14)


sábado, 19 de novembro de 2011

O Largo da Graça



Outra vez, o Amor


Creio que o Amor é um estado de alma. 
É ao mesmo tempo um sentimento, uma atitude e uma entidade. 
Inclui sempre em si o Outro e o Mundo. 
É assim como maravilhosa melodia de um pássaro azul, no alto de um ramo verde, numa manhã de sol de um dia de Inverno. 
O Amor pode ser simultaneamente amizade, enamoramento e paixão, por outro alguém, ou pela Humanidade inteira, universo fora. 
Disse bem, Creio. 
A síntese perfeita: Amar o Amor (ou Amor é mesmo Amar).


Luís Santos

3 comentários:

Pedro Du Bois disse...

com certeza, Luís, com toda a certeza. Abraços, Pedro.

A.Tapadinhas disse...

Não há limites para o amor, a capacidade de amar inerente a qualquer ser humano...

O amor não precisa razões, inventa-as! Lema: Amar porque sim!

Abraço,
António

luis santos disse...

"Com certeza" e "porque sim" garantem uma boa sintonia neste Estudo Geral.

Abraços.