"A única revolução definitiva é a de despojar-se cada um das propriedades que o limitam e acabarão por o destruir, propriedade de coisas, propriedade de gente, propriedade de si próprio."
(Agostinho da Silva)

quinta-feira, 9 de março de 2017

As Árvores Morrem de Pé, de Alejandro Casona


«Morta por dentro, mas de pé como as árvores» é a célebre frase declamada, no final da peça de teatro, pela saudosa actriz Palmira Bastos.

Sim, há árvores que morrem de pé


Mas outras morrem deitadas


Em que ficamos?

Com menos sobreiros, essa é a dolorosa realidade ambiental.... com que também nos confrontamos no campus do IPS.

Luís Souta
(um eco-fotógrafo de proximidade)

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